Resultado do concurso de bolsas para o Curso de Layout

Depois da análise dos exercícios postados no módulo de avaliação de dezenas de candidatos, divulgamos abaixo a lista com dos contemplados com as bolsas integrais e parciais para o curso de Layout para Animação:

Contemplados com bolsas de estudos integrais:

* Felipe Grosso

* Leon Silva

Contemplados com bolsas de estudos parciais (50% de desconto):

* César Farias Barbosa

* Daniella Fisher

* Gabriella Ludo

Vários outros candidatos apresentaram condições muito boas para seguirem no curso. Lembramos que nossas portas estão sempre abertas para início de formação Básica em Animação 2D e Layout para Animação. O investimento para os que não ganharam bolsas é bastante razoável, considerando os demais cursos do mercado e a tutoria individual recebida ao longo dos quatro meses de formação. Maiores informações sobre como funcionam os cursos, acesse as seções Como FuncionaPergunta-Resposta de nosso site.

Atenciosamente

Coordenação AnimaEdu

ABERTAS INSCRIÇÕES PARA CONCURSO DE BOLSAS DO NOVO CURSO DE LAYOUT

Animaedu
Dando início a esse novo momento do projeto, o AnimaEdu faz uma promoção que dará até duas bolsas integrais e três parciais para talentosos interessados nessa formação. Para concorrer, é preciso ler as
Regras do Concurso, a seção Como Funciona o Animaedu e Pergunta-Resposta. Depois disso, o aluno faz a pré-inscrição e o sistema gera um login e senha de acesso para que ele baixe o módulo de avaliação e realize os exercícios presentes lá. Em até sete dias após baixar o módulo ele deve postar no sistema seus exercícios. Só serão considerados os candidatos que postarem seus exercícios até 20 de maio de 2012.

O resultado será divulgado na seção de Notícias do site no dia 01 de junho de 2012.
Para quem estiver interessado em investir na sua carreira de layoutista, os quatro meses de curso tem um custo total de R$ 1.190,00, podendo ser pago no cartão de crédito via Pagseguro em até 12 vezes. Para pagamentos a vista há um desconto de 10% sobre esse valor.
Como as tutorias são individuais, o aluno pode dar início ao curso a qualquer momento, bastando para isso fazer o pré-cadastro no sistema e ser aprovado no módulo de avaliação.
Maiores informações, clique aqui.
IMPORTANTÍSSIMO: Não esqueça de incluir a palavra CONCURSO e a fonte onde ficou sabendo do concurso de bolsas no campo “Onde ficou sabendo…” do formulário de pré-inscrição!!

Batalha de designers em Porto Alegre

Prêmio Escola São Paulo de Artes

O Prêmio Escola São Paulo de Artes, vai selecionar 7 criadores, entre artistas e curadores para receberem uma bolsa de valor integral para participar da edição 2011/2012 do Programa Independente da Escola São Paulo – PIESP (ver informações sobre o PIESP abaixo).

O Prêmio é patrocinado pela Indra e tem o suporte do Ministério da Cultura através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
A banca de jurados que escolherá os sete participantes contemplados com as bolsas será formada pela Direção do Programa.

Os interessados em participar do Prêmio Escola São Paulo de Artes deverão enviar seu portfólio em formato digital para o e-mail: premio@escolasaopaulo.org indicando que desejam concorrer ao prêmio das bolsas integrais.
Inscrições até 30 de junho de 2011
Material solicitado para inscrição de artistas: statement ou carta de intenções, portfólio de até 20 imagens ou 20 minutos e currículo com nome, contato, formação e data de nascimento;
Material necessário para inscrição de curadores: statement ou carta de intenções, seleção de textos (até 10 páginas) e/ou proposta de exposição;
Início do programa 16 de agosto 2011 (terças e quintas das 19h30 às 22h30)

Duração do Programa ago 2011 à jun 2012: Carga horária total de atividades 138 horas
O processo de seleção poderá incluir entrevistas.

Informações sobre o PIESP
PIESP 2011/2012 – Programa Independente da Escola São Paulo – 2ª edição
O PIESP é um Programa para a formação de artistas e curadores que buscam o desenvolvimento de suas pesquisas, linguagens e projetos em artes visuais. http://piesp.com.br/

A atividade central do PIESP é o seminário crítico semanal, no qual os processos e a produção de cada um dos participantes são apresentados por ele e discutidos com o grupo com a mediação do interlocutor.

O PIESP inclui palestras e encontros individuais com os interlocutores, um corpo de profissionais formado por artistas, críticos e curadores ativos no circuito de arte contemporânea brasileiro e internacional.

Um grupo de até 16 artistas e curadores será selecionado para participar do PIESP, com duração de agosto de 2011 a junho de 2012. O objetivo do programa é ampliar as ferramentas críticas e investigativas dos participantes, algo premente num momento de expansão do circuito brasileiro de arte contemporânea, marcado pela complacência de muitos de seus novos agentes. O PIESP oferece uma diversificada abordagem das produções individuais, mediante o diálogo com vários interlocutores e o contato com distintos pontos de vista bem como a possibilidade de conhecer e interagir com trabalhos mais maduros. O programa foi concebido e é dirigido pelo curador Adriano Pedrosa, que concebeu a Bolsa Pampulha, em Belo Horizonte .
Interlocutores PIESP 2011/2012: Adriano Pedrosa (diretor), Ana Paula Cohen, Carla Zaccagnini, Luisa Duarte, Marcos Moraes, Rodrigo Moura, Ivo Mesquita, Rivane Neuenschwander, Rosângela Rennó e Mauricio Dias. Líderes de Seminário: Adriano Pedrosa (segundo semestre) e Carla Zaccagnini (primeiro semestre).
Inscrições até 30 de junho 2011
Material solicitado para inscrição de artistas: statement ou carta de intenções, portfólio de até 20 imagens ou 20 minutos e currículo com nome, contato, formação e data de nascimento;
Material necessário para inscrição de curadores: statement ou carta de intenções, seleção de textos (até 10 páginas) e/ou proposta de exposição
Início do programa 16 de agosto 2011 (terças e quintas das 19h30 às 22h30)

Duração do Programa ago 2011 à jun 2012: Carga horária total de atividades 138 horas
O processo de seleção poderá incluir entrevistas.

Rua Augusta, 2239 – São Paulo – 011 3060 3636
www.escolasaopaulo.org

Festival Nacional de Curtíssima Metragem – Claro Curtas

http://www.clarocurtas.com.br/o-festival/sobre-o-claro-curtas

O Festival Nacional de Curtíssima Metragem – Claro Curtas assume nesta edição sua vocação de ser um espaço cada vez mais democrático para expressão e experimentação audiovisual no Brasil. Por este motivo, valoriza, prepara, estimula e premia talentos de uma nova geração de criadores que produzem e compartilham vídeos por meio das novas tecnologias digitais.

Em sua 3ª Edição, o Festival estabelece novas categorias de participação e premiação. Assim, além da categoria livre, poderão se inscrever alunos de ensino médio, universitários e participantes de ONGs, pontos de cultura e cineclubes.

O tema deste ano é O TEMPO DO AGORA. Expresse seu olhar e inscreva vídeos de 30 segundos a 90 segundos utilizando celulares, webcams, câmeras fotográficas digitais ou outros dispositivos móveis.

As inscrições
vão de 30 de março
a 17 de junho de 2011.

Confira dicas e orientações para tornar seu curta ainda melhor. Acesse o Miniguia de Produção de Vídeos de Curtíssima Metragem, assista aos vídeos educativos e consulte o acervo do site com os curtas das edições anteriores.

Quer ir além?
Mobilize sua escola, sua universidade, a ONG, o ponto de cultura ou o cineclube do seu bairro. Você concorre a prêmios e premia a instituição associada ao vídeo vencedor com cursos e equipamentos.

Faça parte dessa rede de democratização do audiovisual.Mais que um Festival
O Festival Nacional de Curtíssima Metragem – Claro Curtas, alinhado com as propostas do Instituto Claro, quer levar o audiovisual e as novas tecnologias móveis para ambientes educativos formais e informais, criando novas possibilidades de aprendizado e participação social. Assim, propõe um conjunto iniciativas:

Kits Educativos compostos por Miniguia de Produção de Vídeos de Curtíssima Metragem, Guia do Educador e DVD com vídeos educativos e acervo das edições anteriores, distribuídos gratuitamente para escolas, universidades, cineclubes, ONGs e pontos de cultura de todo o Brasil; Oficinas gratuitas do Projeto Laboratório, voltado para a experimentação audiovisual. Os encontros acontecerão em várias localidades ao longo de 2011, beneficiando educadores e novos criadores;Todos os materiais educativos estão disponíveis para download gratuito, havendo também um canal contendo o acervo dos vídeos finalistas e vencedores de todas as edições em versões acessíveis a pessoas com deficiência visual e auditiva, garantindo a acessibilidade do Festival;Palestras em várias capitais e Seminário aberto ao público abordando as novas fronteiras do audiovisual e as suas conexões com a educação e com as novas tecnologias móveis. Aprenda, experimente, mostre o seu talento!

Exercício do ex-aluno Paulo Peres

Depoimento da ex-aluna Taísa

Ela agora está se aprofundando em animação no Canadá. Ouçam o que tem a dizer sobre a experiência anterior no AnimaEdu…

Produzir desenho animado no Brasil não é mais aventura

Moacir Drska | De São Paulo

27/04/2011

http://www.valoronline.com.br/impresso/empresas/102/417757/produzir-desenho-animado-no-brasil-nao-e-mais-aventura

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Luis Ushirobira/Valor

Reynaldo Marchezini, da Flamma Films: “Esse é o momento de o país se posicionar como criador de conteúdo original”

Até alguns anos atrás, a trajetória do mercado brasileiro de animação dificilmente inspiraria um roteiro atrativo. Iniciativas recentes, porém, mostram que a produção nacional tornou-se capaz de render não apenas uma, mas diversas boas histórias.

Essa mudança de cenário é reflexo de uma combinação de fatores. A boa aceitação de iniciativas pioneiras na TV paga, como a série “Peixonauta”, abriu caminho para outras produções. Ao mesmo tempo, os estúdios brasileiros passaram a buscar maneiras de reduzir os custos, como a coprodução internacional, e ganharam fontes de financiamento exclusivas, como linhas de crédito do BNDES.

Entre as produções pioneiras, além de “Peixonauta”, da TV Pinguim, estão “Princesas do Mar”, da Flamma Films, “Escola pra Cachorro”, da Mixer, e “Meu Amigãozão”, da 2D Lab. Desde 2008, elas vêm conquistando a audiência em canais de TV por assinatura como Discovery Kids e Nickelodeon, inclusive no exterior.

“Uma leva de novas produtoras de animação surgiu em decorrência desses projetos”, diz Kiko Mistrorigo, vice-presidente da Associação Brasileira de Produtoras Independentes de TV (ABPI-TV). Hoje, cerca de 65 empresas dedicam-se a essa vertente, com algum projeto em andamento.

Até 2012, prevê a Ernst & Young, o mercado de animação vai movimentar US$ 100 bilhões no mundo. Não há números disponíveis sobre o mercado brasileiro, mas as companhias do país estão avançando, a despeito das limitações de mercado.

A Copa Studio, no mercado de animação desde 2008, acaba de finalizar 13 episódios de “Tromba Trem”, sua primeira criação. A série foi uma das duas vencedoras do Anima TV, edital do Ministério da Cultura que distribuiu R$ 3,9 milhões para a produção de 17 projetos-piloto de animação.

Em 2012, mercado global de animação vai movimentar US$ 100 bilhões, prevê Ernst & Young

Depois de estrear na TV Cultura e na TV Brasil, a Copa Studio está buscando recursos para produzir mais 13 episódios da série. O passo seguinte, diz Tavares, é partir para uma coprodução. A produtora também está próxima de firmar um contrato de exibição para toda a América Latina, por meio de um canal de TV paga, afirma o executivo sem adiantar os detalhes.

Outra ganhadora do Anima TV, a paranaense Zoom Elefante, negocia a coprodução do restante da série “Carrapatos e Catapultas” com empresas do Canadá e da Austrália. “Estamos conversando também com um canal de TV a cabo no Brasil”, conta a produtora-executiva Lia Correia.

O sistema de coprodução é uma das maneiras encontradas para lidar com o alto custo das produções. Em média, uma temporada com 52 episódios de 11 minutos cada um demanda 18 meses de trabalho, 180 profissionais e orçamentos que variam de R$ 3 milhões a R$ 12 milhões, diz Mistrorigo, da ABPI-TV.

O modelo de coproduções internacionais já é seguido em vários países, diz Tiago Mello, diretor-executivo da Mixer. “As únicas exceções são os Estados Unidos, que possuem um mercado consumidor forte, e o Japão, que trabalha com técnicas muito características de animação, como o mangá”, afirma o executivo.

A criação de mecanismos específicos para a animação, como o Anima TV, é outra tendência recente no Brasil. No BNDES existem hoje três linhas de apoio, com recursos reembolsáveis e não reembolsáveis. Para longas de animação, o banco destinou R$ 8,2 milhões, distribuídos entre 15 projetos.

Segundo Luciane Gorgulho, chefe do departamento de cultura, entretenimento e turismo do BNDES, a animação é um dos setores audiovisuais mais promissores devido a seu potencial de aceitação no exterior. “O ciclo de vida é mais longo e ela pode ser adaptada para diversas mídias”, afirma ela.

Alianças com parceiros estrangeiros, no entanto, não são sinônimo de sucesso. O xis da questão, concordam os profissionais do setor, é o modelo do acordo. Há duas grandes vertentes: uma delas, dominada pela China e a Índia, é prestar serviços de produção, praticamente sob regime de terceirização. A outra, considerada a mais importante, é investir na criação de propriedade intelectual. O motivo? É desta forma – criando os personagens e tendo controle sobre eles – que os estúdios podem ganhar dinheiro com licenciamento de produtos, a fonte de receita mais atraente no setor.

“Esse é o momento de o país se posicionar como criador de conteúdos originais”, diz Reynaldo Marchezini, fundador e executivo-chefe da Flamma Films.

A HGN, que há mais de 20 anos presta serviços para grupos como a Disney, decidiu aproveitar o momento favorável para investir na criação de conteúdo próprio. Além de um longa, desenvolve os primeiros episódios da série “Nutriamigos”. Na busca por incentivos, a companhia de São Paulo está discutindo uma parceria com um coprodutor canadense e mantém conversas com a TV Cultura. “Quando você detém uma marca, os ganhos começam a vir de outras fontes, como internet, games e música”, diz Haroldo Guimarães, fundador da HGN.

A Sumatra, também de São Paulo, atua desde 2004 com animação para publicidade e agora também está investindo em entretenimento. Em fevereiro, fechou um acordo de coprodução com a americana ToonZone para a série “Tiny Warriors”.

Orçado em US$ 8 milhões, o projeto em 3D é uma criação de David Feiss, do desenho “A Vaca e o Frango”, e conta com profissionais que trabalham em sucessos como “Bob Esponja”. Com nomes importantes envolvidos, fica muito mais fácil atrair um investidor, diz Eduardo Gurman, produtor da Sumatra. “É uma oportunidade para que a gente se estruture como a primeira produtora de 3D na América Latina.”

Festival de animação online – premio 5 mil

Outsourcing de animação nas Filipinas

Artigo acadêmico interessantíssimo sobre questões relevantes da “exportação” do trabalho criativo da animação para países da Asia. Vale uma boa leitura para quem se interessa por assuntos do mercado de trabalho http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=5393262&tag=1